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Cachorro com raiva: por que isso acontece?

Por Cobasi   Tempo de leitura: 2 minutos

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cachorro com raiva

Não é raro nos depararmos com casos de cachorro com raiva. Afinal, essa é uma das doenças mais conhecidas no mundo. Porém, ela possui características muito mais profundas, e sua prevenção deve ser realizada com cuidado, já que pode prejudicar muito a saúde do animal.

Um pet com raiva é perigoso para seus donos e outros animais também, pois a chance de contaminação existe. O vírus se liga aos nervos do hospedeiro e, por dentro deles, migra para seu cérebro, resultando na inflamação dos tecidos afetados.

A evolução da doença em cachorro com raiva é extremamente rápida. Ela pode ser fatal em basicamente 100% dos pacientes infectados, número que inclui não só os animais como também os seres humanos.

Como o contágio acontece?

A forma mais comum de um cachorro contrair raiva é por meio da mordida ou arranhadura de um cão ou outro animal (morcego, por exemplo). Porém, a transmissão também pode ocorrer de modo indireto, isto é, se o pet for afetado após lamber ou morder um objeto contaminado. Além disso, outro modo de transmissão é caso o cachorro tenha uma ferida aberta e que teve contato com a saliva ou sangue de um animal contaminado.

Uma curiosidade é o fato de a raiva poder ser contraída a partir de outros animais, como é o caso dos gambás e guaxinins. Portanto, atenção redobrada é importantíssima para os pets que passam bastante tempo em ambientes externos, como casas de campo e sítios.

cachorro com raiva

Principais sintomas do cachorro com raiva

Um dos sintomas mais comuns e iniciais é o animal babar muito, uma saliva esbranquiçada. Mas, além disso, a raiva possui vários estágios em que os sintomas evoluem.

Existem dois tipos de raiva canina: a furiosa, na qual o cachorro fica extremamente agressivo, e a muda – fazendo jus ao nome, ela faz o pet dar pouquíssimos sinais. Quando o pet começa a babar, muitos donos já demonstram preocupação, mas além desse, é necessário analisar pontos como:

  • desconfiança;
  • paralisia;
  • aversão à água;
  • agressividade;
  • ansiedade;
  • convulsão;
  • depressão;
  • mordedura;
  • lambedura;
  • medo;
  • desorientação.

Como ocorre a transmissão da doença?

Não são apenas os cachorros que transmitem a raiva, pois qualquer mamífero pode acabar realizando a ação. Os transmissores com maiores destaque, além deles, são: gatos, morcegos, guaxinins, gados, cavalos e gambás.

Como evitar ter um cachorro com raiva?

Existe um modo único de evitar a raiva: a vacina antirrábica. Os filhotes podem tomar a primeira dose com apenas quatro meses de vida, repetindo o procedimento todos os anos.

Caso você more em ambientes rurais, a vacinação é ainda mais importante, já que o contato com animais silvestres possivelmente infectados é maior. Esteja sempre atento para manter a vacinação do seu pet em dia e, caso note algum sintoma, não hesite em procurar o suporte de um médico-veterinário.

É importante lembrar que a raiva não tem cura, e infelizmente, em quase 100% dos casos é fatal. Quando os sintomas aparecem, é muito difícil fazer o pet sobreviver. Por isso, siga nossas dicas para prevenir que seu pet contraia essa doença.

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