FeLV: saiba os sintomas, formas de transmissão e como tratar a leucemia felina
Por Cobasi Tempo de leitura: 3 minutos
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Já ouviu falar sobre a FeLV? Uma das doenças mais comuns e, ao mesmo tempo, preocupantes que prejudica e debilita bastante a saúde dos gatos. Mesmo assim, o gato pode conviver com ela, desde que receba um tratamento adequado.
Para isso, o tutor deve estar ciente de quais são os sintomas e formas de transmissão da doença. Continue a leitura e descubra mais sobre a leucemia felina!
O que é FeLV?
A FeLV é a sigla inglês para a Feline leukemia virus, que significa o vírus da leucemia felina, uma doença que atinge exclusivamente os gatos. Ela não transmite para outros animais e humanos.
Conhecida como a leucemia felina, a FeLV é causada por um vírus que compromete o sistema imunológico do seu gato, deixando-o vulnerável aos problemas de saúde.
Desta forma, o felino fica mais exposto a outras doenças por conta de sua imunidade baixa (imunossupressão), aumentando o risco de infecções crônicas e desenvolvimento de tumores, como o linfoma. A FeLV é uma doença comum e é uma das principais causas de mortes de gatos.
Quais os sintomas da FeLV?
A princípio, o gato pode ser assintomático ao contrair a FeLV. Porém, existem alguns sinais claros que o tutor precisa estar atento. Caso note a presença de algum, leve seu animal ao veterinário quanto antes, mesmo que seja outro problema de menor relevância. Listamos alguns sintomas da leucemia felina, confira:
Anemia;
Perda de peso;
Apatia;
Febre;
Diarreia;
Dificuldade respiratória;
Problemas estomacais e nas gengivas;
Aumento dos gânglios;
Secreção excessiva nos olhos;
Demora na cicatrização e infecções crônicas em lesões na pele.
Como o gato pode adquirir a doença?
A transmissão da FeLV ocorre pelo contato direto entre um gato infectado com um animal saudável através de secreções, como saliva, fezes, urina e leite.
O contato um pouco mais duradouro e próximo com outro gato pode ser suficiente para o contágio do vírus, embora ele não seja disseminado ao respirar o mesmo ar que um gato contaminado.
Sabe aquelas lambidas que os gatos costumam dar uns aos outros? Isso é um exemplo certeiro de transmissão, bem como compartilhar recipientes de alimento e água, e caixas de areia. Desse modo, o recomendado é que cada gato tenha o seu comedouro e bebedouro individual.
A falta de higiene básica, como o banho e tosa, e brigas que existam trocas de salivas ou sangue também são formas de propagação do vírus.
Com relação às gatas prenhas, a leucemia felina pode ser transmitida aos filhotes no momento do parto e pelo leite da mãe. Vale um cuidado maior aos gatos mais novos devido ao sistema imunológico menos desenvolvido e, assim, mais sujeitos ao vírus.
Qual o tratamento para FeLV?
A FeLV é uma doença que não tem cura e, por enquanto, a vacina disponibilizada não assegura 100% de proteção. No entanto, apenas os gatos que não tiveram a doença podem tomá-la. Mas isso não significa que um gato com leucemia não possa ser tratado e conseguir viver bem com a doença.
Por isso, o tratamento deve identificar e agir no combate a infecções secundárias e realizar fortalecimento imunológico, pois o animal tende a ficar com imunidade baixa. Portanto, o felino precisa ter o acompanhamento de um veterinário para indicar o melhor procedimento e medicamentos apropriados ao seu pet.
Além disso, o tutor tem um papel fundamental no bem-estar do gato. Evite momentos de estresse ao animal, como uma mudança de ambiente, e procure dar toda atenção e amor que ele merece. Fora os cuidados habituais a higiene, alimentação e vacinas regulares. Ainda que o gato conviva com a doença e precise ser separado dos demais felinos, é possível que ele consiga ter qualidade de vida por um bom tempo!
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